Bonecas realistas para pedófilos: Apologia ao crime ou solução contra a pedofilia?

Projeto erótico gerou revolta de internautas em todo o mundo, pois a ideia instiga ainda mais o desejo psicopata de pedófilos.

Em um mundo onde cada vez mais casos de abusos sexuais se tornam explícitos, uma empresa japonesa decidiu iniciar a produção de bonecas infláveis de meninas na infância e adolescência.


Segundo a empresa, a ideia era evitar que pedófilos abusem de meninas de verdade, de forma que aqueles que se atraem por elas, comprem as bonecas e deixem as crianças e jovens em paz. Obviamente, as pessoas ficaram indignadas com a ideia, principalmente pelo excesso de sensualidade que as bonecas esbanjam

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Mesmo recebendo críticas de quase todo o Japão, bem como de diversos outros países em que a notícia repercutiu, Shin Takagi, dono da empresa Trotta que está produzindo as polêmicas bonecas, informou que seus produtos podem ser uma valiosa arma para lutar contra o abuso de crianças. Pessoas anônimas e da imprensa questionam como isso é possível diante das bonecas criadas.

Inúmeros internautas usaram as redes sociais japonesas, bem como outras de uso mundial, como Twitter e Facebook, para criticarem a ideia de Shin, afirmando que essas bonecas vão alimentar a mente doentia dos pedófilos, que terão desejo de fazer com as meninas o mesmo que estão fazendo com suas ‘repugnantes’ bonecas em casa.


Mas nem só de críticas tem se resumido as bonecas da Trotta. Um internauta de uma rede social local chamado Takagi, também gerou polêmica ao dizer que já recebeu cartas de compradores de bonecas infláveis dizendo que graças aquelas aquisições puderam evitar que cometessem um crime.

Segundo a empresa, a maior parte dos consumidores das diversas bonecas infláveis são homens solteiros e que vivem sozinhos.

Batendo de frente com a ideia de Shin e seus comerciantes que afirmam que a ideia pode evitar crimes, a Clínica Mayo realizou uma análise em que concluiu que o uso de bonecas infláveis não mudará em nada a tendência de pedófilos em desejarem tocar ou ver crianças e adolescentes, seja pessoalmente ou pela internet. Shin não se pronunciou sobre essa conclusão oficial.

Recentemente uma equipe decidiu fazer um teste sobre o que fazer quando uma criança se perde e levou uma menina para fingir que estava perdida pedindo ajuda nas ruas. De longe, cinegrafista e produtor filmavam tudo e a menina tinha um microfone.

Todos se surpreenderam quando um homem puxou a menina pelo braço e disse que a levaria para casa, pois eles moravam perto e ele conhecia sua mãe. Houve discussão entre produção e um outro homem que a criança tinha abordado e que não aceitava que a menina fosse levada. A polícia foi acionada e constatou-se que o homem era procurado por pedofilia.

Fonte:http://delas.ig.com.br/

Água de cloreto de magnésio, a fonte da juventude: Rejuvenesce e cura doenças

 

Você muito provavelmente já ouviu falar do cloreto de magnésio. Quem já tomou esse medicamento natural sempre fica impressionado com os seus maravilhosos resultados. Não é por menos.

O cloreto de magnésio produz equilíbrio mineral, impulsiona os órgãos e suas funções, como os rins, para eliminar o ácido úrico. Recupera as articulações, purifica o sangue, revitaliza o cérebro, rejuvenesce e conserva a juventude até alta idade.

A água de cloreto de magnésio é a melhor forma de consumir este remédio natural. Não compre em cápsulas, que, além de mais caro, não tem a eficiência desta receita. Qualquer boa loja de produto natural vende o cloreto de magnésio. Um pacotinho de 33 gramas é baratinho, custa entre R$ 5,00 e R$ 10,00. Mas tem que ser o cloreto de magnésio PA (a sigla significa “puro para análise”). O PA aparece na embalagem quando é esse tipo de cloreto de magnésio

Ele não vicia o organismo, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção por caírem as reservas de magnésio. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados com o consumo da água de cloreto de magnésio.

A dose é um copinho de café, conforme a idade.

A tabela abaixo facilita:

Idade:

De 10 a 40 anos: metade de uma dose pela manhã

De 40 a 70 anos: uma dose pela manhã

De 71 em diante: uma dose pela manhã e outra à noite