Rede Globo exibe beijo gay em propaganda causando revolta em Católicos e Evangêlicos

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A nova campanha “Eu odeio berinjela”, criado pela agência OpusMúltipla, para o Grupo Dignidade, de Curitiba, estreou esta semana na internet e na TV globo, e está dando o que falar, evangélicos e católicos estão revoltados“Nós, cristãos (imensa maioria no Brasil), consideramos a proposta gravemente danosa à educação de nossas crianças”,(diz: pastor Everaldo Braga) pelo motivo que, em uma cenas aparecem dois casais do mesmo sexo se beijando na boca, o comercial é vinculado durante o horário do almoço e ao longo do dia, horários em que muitas crianças e adolescentes estão assistindo a programação da TV Globo.

A intenção é, a campanha quer combater o preconceito. Mas quem não gosta de berinjelas, tem ou não o direito de apontar para o prato do outro e dizer que não gosta?

O filme foi escolhido pela Rede Globo para integrar uma ação da emissora para a promoção do respeito mútuo, veiculada nacionalmente a partir deste mês. Com o mote Você não precisar aceitar, mas deve respeitar, o filme mostra de forma inusitada a importância de lutar contra a intolerância de qualquer espécie e ensina que o respeito é a melhor maneira de lidar com as diferenças.

O roteiro apresenta uma cena simples, de um jantar em família onde a sogra oferece ao pretenso genro um prato que contém berinjela entre os ingredientes da receita. O jovem, logo após falar que “odeia berinjela”, imagina cometer uma série de atrocidades contra o fruto, que é cruelmente afogado, esfaqueado, pisoteado, caçado e explodido.

Ao voltar à vida real, um simples “não, obrigado” reforça a forma correta de lidar contra aquilo que se discorda. “Sempre achei suspeito a forma como alguns lidam com as diferenças, especialmente no que se refere à orientação sexual. O que justifica uma pessoa gastar sua energia para agredir, verbal ou fisicamente, alguém que não compactua com suas preferências? Talvez essa pessoa não esteja tão segura assim de suas escolhas”, reflete Renato Cavalher, criador do filme.

“Obviamente que podemos discordar do modo de vida de outras pessoas. Sou a favor de todos os direitos e da Justiça. Não devemos discriminar e sim respeitar não apenas a religião e a cor, mas também a orientação sexual”, pontua Toni Reis, diretor executivo e fundador do Grupo Dignidade.

Contudo muitas famílias se sentem ofendidas.

Fonte: odia.ig.com.br

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